O Chip de Silício e a Marmita de Alumínio
Sentado no vagão do metrô, observei a cena. Ao meu lado, um rapaz deslizava o indicador com maestria por uma tela de alta definição. Descobri, por tabela, que em um laboratório do outro lado do mundo, supercomputadores processavam quatrilhões de cálculos por segundo para decifrar a dobra de uma proteína. No mesmo segundo, um satélite em órbita captava o movimento das marés, e um algoritmo de inteligência artificial escrevia um poema no estilo barroco a partir de um comando de duas palavras.
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