Segunda etapa da campanha tem como público-alvo idosos, portadores
de doenças crônicas, professores, profissionais da saúde, funcionários
do sistema prisional e população privada de liberdade
A Secretaria Municipal da Saúde inicia nesta segunda-feira (22), a segunda etapa da campanha de vacinação contra Influenza. A vacina está disponível nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) da capital e protege contra três subtipos do vírus da gripe (H1N1, H3N2 e Influenza B). É destinada aos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde, compostos por pessoas mais propensas a desenvolver complicações causadas pelo vírus influenza.
A campanha acontece anualmente, pois a
proteção conferida pela vacinação é de aproximadamente um ano e a dose é
ofertada nos meses que antecedem o inverno, quando a circulação do
vírus é mais intensa. Em 2018, a cobertura entre os chamados grupos
elegíveis foi de 81,5%. A meta é chegar a 90% de adesão, ou seja, 3,5
milhões de pessoas.
proteção conferida pela vacinação é de aproximadamente um ano e a dose é
ofertada nos meses que antecedem o inverno, quando a circulação do
vírus é mais intensa. Em 2018, a cobertura entre os chamados grupos
elegíveis foi de 81,5%. A meta é chegar a 90% de adesão, ou seja, 3,5
milhões de pessoas.
De 22 de abril até 31 de maio (data prevista para o término da ação), devem se vacinar
os trabalhadores da área de saúde, povos indígenas, pessoas com 60 anos
ou mais de idade, pessoas com doenças crônicas e outras condições
clínicas especiais, professores (escolas públicas e privadas),
adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas
socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do
sistema prisional. Durante todo o período da campanha, ocorre a
atualização da caderneta de vacinação de crianças, gestantes e
puérperas, que compõem o grupo de vacinação da primeira fase iniciada no
dia 10 de abril.
os trabalhadores da área de saúde, povos indígenas, pessoas com 60 anos
ou mais de idade, pessoas com doenças crônicas e outras condições
clínicas especiais, professores (escolas públicas e privadas),
adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas
socioeducativas, população privada de liberdade e funcionários do
sistema prisional. Durante todo o período da campanha, ocorre a
atualização da caderneta de vacinação de crianças, gestantes e
puérperas, que compõem o grupo de vacinação da primeira fase iniciada no
dia 10 de abril.
A coordenadora do Programa Municipal de Imunizações (PMI), da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de São Paulo, Maria Lígia Nerger, explica que a vacina influenza é segura e que os rumores de que ela causa gripe não são verdadeiros.
“Há boatos de que a vacina provoca a
gripe ao invés de preveni-la, mas essa informação é incorreta, já que a
dose aplicada nas UBSs é composta por partículas de vírus morto, o que
inviabiliza a contaminação. Uma parcela muito pequena da população
vacinada pode apresentar febre baixa ou mal-estar alguns dias após
receber a vacina, o que não contraindica a vacinação”, orienta a
coordenadora.
gripe ao invés de preveni-la, mas essa informação é incorreta, já que a
dose aplicada nas UBSs é composta por partículas de vírus morto, o que
inviabiliza a contaminação. Uma parcela muito pequena da população
vacinada pode apresentar febre baixa ou mal-estar alguns dias após
receber a vacina, o que não contraindica a vacinação”, orienta a
coordenadora.
Para se vacinar, é
preciso levar documento de identificação e, se possível, a carteira de
vacinação e cartão SUS até a unidade mais próxima. Os profissionais de
saúde e educação precisam apresentar holerite ou crachá de
identificação. Portadores de doenças crônicas e outras comorbidades
devem levar a receita da medicação que faz uso com data dos últimos seis
meses ou prescrição médica.
preciso levar documento de identificação e, se possível, a carteira de
vacinação e cartão SUS até a unidade mais próxima. Os profissionais de
saúde e educação precisam apresentar holerite ou crachá de
identificação. Portadores de doenças crônicas e outras comorbidades
devem levar a receita da medicação que faz uso com data dos últimos seis
meses ou prescrição médica.
Para pessoas que já tiveram alergia
grave em doses anteriores ou a algum componente da vacina, recomenda-se
realizar avaliação médica criteriosa sobre risco-benefício da vacina
antes da administração de uma nova dose. Pessoas com febre alta
recomenda-se adiar a vacinação até a resolução do quadro.
grave em doses anteriores ou a algum componente da vacina, recomenda-se
realizar avaliação médica criteriosa sobre risco-benefício da vacina
antes da administração de uma nova dose. Pessoas com febre alta
recomenda-se adiar a vacinação até a resolução do quadro.
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